JUSTICEIRO - RED BAND

 


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️ ROTEIROS: Benjamin Percy

️ DESENHOS: Julius Ohta

💬 NÚMERO DE EDIÇÕES: Minissérie em 5 edições (TPB)

🏆 EDITORA: Marvel Red Band

📁 FORMATO: CBR

️ CRÉDITOS ÀS EQUIPES: GibisCuits e Só Quadrinhos

📚 ZIPS: Ozy_R @PacksdoOzy

📆 ANO DE PUBLICAÇÃO: 2025 - 2026

👊 SINOPSE: Frank Castle ESTÁ DE VOLTA. Sem memórias, com um clipe completo e sedento de vingança, sua busca violenta por respostas só poderia ser narrada em uma série da Red Band! Balas voarão, sangue correrá, e cidadãos e criminosos de Nova York temerão o nome O JUSTIÇA!


Obs: Diminui levemente o tamanho das páginas, muitas estavam com cerca de 6 MB, tornando o arquivo final em média de quase 200 MB por edição, diminui para cerca de 1 à 2 MB por página, criando esse TPB. Todos os créditos ao Midori e ao Antiprechades que trabalharam mês a mês nesse gibi. E ainda esse mês, o personagem volta a ter uma mensal pra chamar de sua. Ao menos, é o que a gente espera...

 


Do que se tratou essa história?

Como bem mostrada aqui nessa matéria aqui no blog, a Marvel nos quadrinhos tá tentando dar uma maior visibilidade pro Lápide e ao próprio Justiceiro, depois de ter tentado enterrar o personagem com o Jason Aaron de coveiro por causa de toda aquela discussão desonesta sobre a caveira dele.

 

A mesma caveira que agora volta a ser exibida com orgulho na história e em todas as várias capas variantes desse quadrinho. Um afago ao fã que não pode ter ler Frank Castle por anos, mas agora, com a conveniência do personagem ter aparecido ano passado na série do Demolidor, e ganhar um episódio de série especial e ir aparecer no filme do Aranha no meio do ano, a Marvel chega pra você e diz: calma lá, meu parceiro, não é bem assim, olha aqui tudo o que você gosta de volta, volta pra gente, a poeira já baixou.

 


Parecido com a Sony trazendo o T. C. Carson pra voltar a fazer o Kratos numa promessa de remake dos jogos clássicos. Mas, isso é tema pra outro dia.

 


No fim da história do Aaron, a esposa de Frank volta dos mortos, toma tudo o que ele tem (sim, não sobra nada) fala que ele é um lixo por fazer o que ele faz dando a família dele como desculpa, o personagem toma sermão de um assassino em massa como o Wolverine e cara nem um pouco estáveis como o Cavaleiro da Lua, e acaba em uma outra realidade que tá em guerra (pode ser uma variante lá do Mundo de Batalha das Guerras Secretas de 2015, ou pode ser só uma ideia preguiçosa de um ateu depois de uma cheirada concentrada). Nesse lugar, o Frank diz que não quer mais se meter com nada. O personagem que é a personificação de uma guerra sem fim, do “sem prisioneiros” se cansa tudo, se rende ao it’s over.

Corta pra anos depois nessa Red Band (um tipo de Marvel Max sem nudez e sem palavras de baixo calão, um tipo de +16 na prática mais leve do que o selo Marvel Knights que focava no público +14) sem memória e voltando a fazer o que faz de melhor, o que acaba colocando-o em rota de colisão com o Lápide que hoje em dia é um chefão do crime. Só que diferente da versão mais sóbria do personagem que aparece no Espantoso Homem-Aranha, aqui ele precisa fatiar pessoas sempre que ele aparecer pra parecer mais ameaçador e justificar o Red Band na capa.


 

[Curioso o alarde que o editorial da Marvel faz com esse selo do Red Band, botam censuras na capa pra que algum moleque de 12 anos hoje em dia pegue a revista numa comic shop tendo a mesma sensação de algum outro moleque em outra geração na banca de revista pegando uma Playboy pra folhear].

 

*Mas, como é que ele saiu daquela realidade?

*E por que agora o Wilson Fisk contra ele por um controle remoto?

*O Wilson Fisk não tava aposentado da função de Rei do Crime?

 

O gibi só responde uma dessas três perguntas, descubra qual lendo essas cinco edições em um único TPB e deixe nos comentários o que achou.



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